quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Grupo IV: Tipos de escravos no Brasil

1- Escravos de engenho:


Dos escravos que trabalhavam nos campos cerca de três quartos, cuidavam da cana do açucar. 10% eram mais especializados e trabalhavam no fabrico do açúcar. Os restantes eram artesãos, escravos da casa grande no serviço doméstico ou trabalhavam com os carros e os bois.
As mulheres trabalhavam no campo assim como os homens que tinham também de cortar os matos.







2- Escravos na mineração:


Assim que começou o período da real extracção, ou seja em que se fazia a extracção de ouro e diamantes, o número de escravos aumentou muito e os proprietários de escravos alugavam-nos para trabalharem nas minas.

Como trabalhavam em lugares perigosos, sujeitos a derrocadas e doenças haviam muitas mortes e estavam sempre a ser necessários novos escravos. O seu trabalho além de perigoso era muito duro. Eram também muito vigiados por causa dos roubos.



3- Escravos hurbanos:
Os escravos hurbanos eram em menor número do que no meio rural e ocupavam-se sobretudo com o serviço doméstico, com os ofícios mecânicos e com o comércio ambulante.
Havia também escravas costureiras, engomadeiras, lavadeiras, cozinheiras, doceiras, rendeiras e amas de leite.

Os escravos também serviam de cocheiros, de pajens, de carregadores de cadeirinha, de porteiros.

Fora de casa estavam sempre ligados uma série de profissões: barbeiros, sangradores, ferreiros, serralheiros, torneiros, etc.

Grupo IV: Escravatura infantil


Esta realidade envolve actualmente 400 milhões de crianças. Os dados são de organizações humanitárias, que indicam também que os menores representam mais de 10% do potencial de mão-de-obra no mundo.
Essas crianças geram cerca de 13 milhões de euros anuais no Produto Interno Bruto mundial. As organizações denunciam, em particular, que poderosas empresas multinacionais famosas em todo o mundo, com produções que vão desde automóveis e roupas até bebidas e equipamento desportivo, são consideradas culpadas. Elas exploram meninos e meninas nos países pobres com subcontratos para diminuir o preço dos produtos que são vendidos noutros lugares.


quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Grupo IV: Condições de vida dos escravos no Brasil


De um modo geral os capatazes não lhe podiam bater com paus e dar-lhes pontapés porque eles podiam morrer e os donos perdiam dinheiro.
Mas podiam dar-lhes com uma liana para os "educar".
Também, por lei, não os podiam amarrar e castigar no tronco até correr sangue ou prende-los com correntes durante meses. Deveria ser assim, mas frequentemente estas regras não eram cumpridas.
Permitiam que eles fizessem as suas festas, porque era o único alívio do seu cativeiro.

Quando haviam muitos escravos, os senhores procuravam casá-los para os trazer para a religião católica, para aumentar os nascimentos e para que se sentissem mais motivados para o trabalho.

Quando à alimentação dos escravos, normalmente era-lhes dado um dia por semana para eles cuidarem da sua roça e assim produzirem os seus alimentos.

Os escravos das minas tinham condições de vida miseráveis e eram colocados a trabalhar o máximo de horas possível a troco de uma alimentação muito pobre.

Os donos estavam sempre a substituir escravos mortos, doentes ou demasiado gastos pelo trabalho pesado.

O trabalho dos escravos da cidade era menos duro e as condições eram melhores. Não havia tanta violência e muitos desempenhavam boas profissões. Mas também havia os que eram alugados como carregadores ou para outros trabalhos pesados.



É o acto de subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência.

Grupo III

Violência-Doméstica


É a violência, explícita ou velada, praticada dentro de casa, usualmente entre parentes. Inclui diversas práticas, como a violência e o abuso sexual contra as crianças, violência contra a mulher e contra o homem, maus-tratos contra idosos, e a violência sexual contra a vontade do parceiro.

Grupo III


O ABUSO INFANTIL


É abuso físico e/ou psicológico de uma criança, por parte de seus pais ou por outro adulto que possui a guarda da criança, ou mesmo por outro adultos próximos à criança (parentes e professores, etc).
JOGO ILÍCITO

É a exploração e prática ilícita de jogos que desde há muito tempo é objecto de permanente atenção e acção das autoridades policiais.